O documentário mostra as conseqüências econômicas do ataque terrorista ao World Trade Center nos EUA em de 11 de Setembro de 2001 e também as medidas tomadas pelo então governo George W. Bush, algumas delas de certa forma suspeitas, não explicadas como, por exemplo: a frieza que Bush demonstrou ao receber a notícia do atentado; os congressistas não lêem o que aprovam; a invasão ao Iraque; a morte de inocentes atingidos pela guerra...
Em síntese o documentário procura explicar as atitudes e os interesses políticos do Presidente George W. Bush e principalmente como este procurou se beneficiar politicamente da repercussão do fato. Porém em se tratando de Marketing o cineasta Michael Moore também se promoveu.
“Além de abalar as estruturas do governo Bush, além de se tornar o porta-voz de bilhões de pessoas pelo mundo que não suportam a arrogância militarista norte-americana e além, é claro, de ficar rico, o cineasta Michael Moore está promovendo uma outra revolução: a dos documentários “politicamente corretos”. É o fim de uma era. Após o sucesso do estilo Moore, os documentaristas estão livres, liberados daquela tentativa gélida de transmitir com seus filmes uma falsa sensação de imparcialidade.
Temos agora um novo estilo de se fazer cinema documental, onde o documentarista intervém, opina, conduz, sim, seus entrevistados, edita tendenciosamente da maneira que melhor lhe convier, enfim, faz tudo aquilo que sempre foi considerado “errado” no gênero. Problema?
Nenhum. Todo mundo sempre faz isso, só que de maneira velada. Moore escrachou, escancarou, levando (e elevando) o cinema documental ao status de blockbuster. E se supera em Fahrenheit - 11 de Setembro”. Celso Sabadin
http://br.cinema.yahoo.com/filme/11862/critica/8862/fahrenheit11desetembro
sábado, 14 de fevereiro de 2009
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Olá colega, como vai você?
ResponderExcluirSeu blog está muito bonito e convincente. Você está brilhando, parabéns! Por favor entre no meu blog, aceito comentários.
Beijos
Arlete